Eu Varejista

Enxuto: Um lema que perdura até hoje

O “Eu, Varejista” desta edição conta a história do Enxuto Supermercados, empresa fundada em Campinas em 1963, no formato de pequeno comércio de secos e molhados. Quem conta é Janneti Bragancini Giacometti, gerente de RH que trabalha na empresa há 26 anos. Ela relata como a frase do fundador do negócio, João Batista Gonçalves, é presente até hoje entre todos os colaboradores: “Querer é poder, o impossível não existe. Quando a gente quer, a gente consegue”.

Segundo Janneti, a empresa começou na década de 1960 como uma beneficiadora de arroz, transformando-se logo em seguida em um pequeno comércio de secos e molhados. Já em 1973, foi aberto o primeiro supermercado que ampliou o simples negócio. O grande marco da empresa, contudo, ocorreu em 1990 com a inauguração do primeiro hipermercado.

“O fundador sempre sonhou em concorrer com grandes redes de supermercados, por isso, a inauguração do primeiro hipermercado foi um momento muito marcante que reforçou o seu lema e confirmou que, sim, quando há vontade e muito trabalho, é possível”, disse a gerente.

Até então, todas as unidades abertas tinham até 2 mil m². Já o hipermercado, quando inaugurado, contava com 5.100 m² e quase 500 funcionários integrando a equipe. “É até hoje uma loja completa, que trabalha para atender todos os públicos e atua fortemente no atendimento aos seus clientes”, acrescenta.

Hoje, aposentado, “seo” João Batista não mora mais em Campinas. A empresa passou pelo processo de governança corporativa e atualmente funciona por meio de conselhos compostos pelos quotistas e de um diretor geral. Atualmente, a empresa possui seis lojas nas cidades de Campinas, Rio Claro, Piracicaba, Cosmópolis e Limeira, um centro de distribuição e uma unidade administrativa. Ao todo, 1,5 mil colaboradores trabalham nas unidades.

“O Enxuto é uma empresa consolidada, sólida e respeitada no mercado. A sua história mostrou como a frase do fundador da empresa se tornou um lema interno, que sempre projetamos no dia a dia da empresa”, finaliza Janneti.

Essa reportagem foi publicada na edição 42 do Nosso Varejo. Para ler outras matérias, clique aqui

 

Rocha Auto Peças: o sonho que virou realidade

O empresário Roberto Rocha de Campinas nunca imaginou que seu sonho se tornaria algo tão maior do que o imaginado. Quando resolveu deixar a empresa onde trabalhava para abrir a própria, pensava em algo menor, voltado apenas para peças de motor de carro.

Porém, a vida quis diferente e, 25 anos depois, ele tem orgulho de ver como os negócios cresceram e prosperaram. Hoje, a Rocha Autopeças é uma das lojas mais conceituadas na região de Campinas, tanto para consumidores quanto para fabricantes de peças. São cinco lojas: três em Campinas, uma em Indaiatuba e outra em Jundiaí.

“Trabalhava em uma retífica onde fiquei durante três anos e aprendi muito. Resolvi abrir uma loja voltada para um único serviço. Porém, como tinha muitos conhecidos e eles me pediam de tudo, acabei agregando mais produtos e quando vi estávamos crescendo muito”, afirmou.

Hoje a loja é referência no setor de peças para veículos. “Cerca de 70 fábricas vendem para gente, somos distribuidores diretos das fabricantes. Essa empresa é uma história de vida. Não imaginava que ia virar tudo isso. Lembro que quando comecei coloquei o prazo de um ano para dar certo. E deu, muito antes desse prazo. Fomos pioneiros”, disse o empresário.

Por ter sido empregado durante muito tempo e por ter tido oportunidade de aprender e se capacitar, Roberto acabou agregando isso em seu perfil empresarial e faz questão que seus funcionários tenham as mesmas oportunidades. “Temos um auditório na loja localizada no bairro Vila Nova. Lá, os funcionários de todos os departamentos fazem cursos e treinamentos constantes. A intenção é sempre aprimorar os conhecimentos e compartilhar.

Tenho funcionário que começou como motoboy e que hoje é gerente de loja. Isso cria um elo com seu colaborador que sabe que pode construir uma carreira, se realmente se empenhar. Nós sempre damos oportunidade”, disse.

Esta entrevista foi publicada na última edição do Nosso Varejo. Para acessar o jornal completo, clique aqui