Corretor explica possíveis coberturas de seguro para o comércio

22 . ago . 2013 Imprimir esse Artigo

Prevenir ainda é o melhor remédio de todos os males. Esse velho princípio também vale para o empresário comerciante, especialmente em tempos de grandes mudanças. Não foi à toa que em 2012 o mercado de seguros cresceu 14%.

De acordo com o corretor de seguros Walter Sartori, existem várias coberturas e quem define o valor a ser pago é o cliente. Praticamente toda apólice de empresa é baseada na cobertura de incêndio, a partir daí são incluídas coberturas adicionais. No caso do comércio, o que mais aflige o empresário é a ideia de ser roubado.

Além das coberturas de incêndio e de roubo, Sartori cita outras coberturas da Tokio Marine, como danos elétricos (raio), infidelidade de empregado (roubo), despesa extraordinária para novo local, vendaval (vento superior a 55 a 60 km/h), despesa fixa decorrente do incêndio geral (por 180 dias cobre o pagamento de funcionários), despesas com aluguel (também por 180, decorrente do incêndio), responsabilidade civil (se um cliente escorregar e se machucar ou se cair uma prateleira em cima de alguém) e outros.

Mas para cada cobertura consta aquilo que não é coberto. São as exclusões gerais, entre elas estão os atos de hostilidade ou de guerra declarada ou não, conspiração, rebelião, subversão, insurreição, guerra civil, guerrilha, todo e qualquer ato de tais concorrências. As manifestações de rua que ocorrem hoje no Brasil, por exemplo, não teriam cobertura, explica Sartori. No entanto, os saques podem ser incluídos, mas isso também vai depender da interpretação do ocorrido.

Para tudo o cliente destina a verba que ele acha necessária. “Ele dá o valor.” Normalmente, o comerciante não faz seguro de 100% do seu patrimônio, para baratear a apólice. “O maior receio de todo comerciante é acabar o negócio dele. Se ele assegura uma parte, ele então pode recomeçar”, diz o corretor. O custo do seguro é baseado na atividade, no local e na instalação do estabelecimento. Mas uma coisa é certa, o seguro é um custo que tem de ser adicionado, porque é um risco que ele está correndo diariamente. “Tudo bem que há comerciantes que estão há 20 ou 30 anos no mesmo lugar e nunca lhe aconteceu nada, por isso ele prefere arriscar. Mas é um risco.”

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