Coaching é a aposta das empresas

10 . jul . 2017 Print This Article

Master coach e mentora, Ana Cristina Giuliani realiza coaching de carreira e  coaching executivo e afirma que o autodesenvolvimento e autoconhecimento têm sido cada vez mais a aposta de profissionais e empresas. Processo pode
ser transformador e traz resultados consideráveis ao negócio. Confira trechos da entrevista:

O que é coaching?

É um processo de orientação profissional, voltado para ação e para ajudar e motivar a pessoa a mudar. Trabalha o desenvolvimento humano e de competências, aplicando ferramentas para atingir metas e objetivos de forma prática e focada no presente. Tem um período mínimo de 10 sessões semanais.

Quando o coaching é indicado?

Quando o estado atual da pessoa não é o desejado ou se a empresa apresenta baixo resultado nas vendas, produtividade, clima organizacional desarmonioso, entre outros fatores.

Em casos citados acima, quem deve fazer coaching?

Em todas essas situações, o líder tem papel fundamental para mudança que a empresa pode estar passando. Por isso, as organizações têm buscado realizar o processo em líderes que são pessoas com grande peso entre as demais e capacidade de inspirar e influenciar.

É crescente o número de empresas que buscam desenvolver seus colaboradores?

As organizações têm focado no indivíduo, pois são as pessoas que geram resultado. Práticas de gestão de pessoas estão em alta, pois as empresas entenderam e acreditam na capacidade de resiliência.

A sua atuação é baseada em coaching de carreira e  coaching executivo. Qual a diferença?

O de carreira tem o objetivo de orientar e ajudar empreendedores e colaboradores a alcançarem seus objetivos. Já o segundo,
normalmente contratado pela empresa, é voltado para ajudar  o profissional a desempenhar funções atuais ou futuras, como
desenvolvimento de habilidades gestoras, envolvendo também o alinhamento de objetivos organizacionais aos pessoais.

O processo de coaching pode ajudar empresas familiares, onde conflitos são comuns?

Podemos dizer que todas as empresas familiares terão que passar por processo de profissionalização. Um exemplo bastante comum é do pai, fundador da empresa, continuar vendo o filho apenas como filho e não como profissional. Também há uma série de problemas em processo de sucessão. Por isso, entender o papel que cada um desempenha, trabalhando o autoconhecimento é fundamental.

Em quais situações a mentoria é mais recomendada?

O mentoring é uma abrangência maior, em que o mentorado é conduzido ao amadurecimento e crescimento pessoal ou profissional por meio de sabedoria e conhecimento. Enquanto o coaching dá ênfase ao desempenho atual, o mentoring dá ênfase ao desempenho futuro. É aplicado, por exemplo, em casos de sucessão na empresa.

Ana Cristina Giuliani atua na MD3 Consultoria Empresarial. Contatos: ana.giuliani@md3consultoria.com.br e (19) 9 9787-9109

Esta entrevista foi publicada na última edição do Nosso Varejo. Para acessar o jornal completo, clique aqui 

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