Presidente do SindiVarejista comenta o cenário dos shoppings em entrevista ao G1

21 . set . 2015 Imprimir esse Artigo

A presidente do SindiVarejista, Sanae Murayama Saito, concedeu uma entrevista ao G1 Campinas em que comenta o aumento das vendas e de lojas instaladas nos centros comerciais. Ela também faz uma avaliação e comparação com as unidades instaladas nas ruas. Confira a reportagem abaixo:

Shoppings de Campinas indicam alta de público e vendas em meio à crise

Os principais shoppings de Campinas (SP) registraram aumentos nas vendas e de público visitante, apesar dos reflexos da crise econômica, entre eles, saldo negativo de empregos no comércio varejista. O levantamento do G1 considerou dados de cinco empreendimentos que,  de acordo com especialistas, têm momento mais favorável do que as lojas instaladas em rua.

O Grupo Iguatemi, considerando todas as suas unidades, teve um aumento de 6% nas vendas este ano. O Shopping Parque Dom Pedro afirma ter identificado um aumento de 5,4%, e o Parque das Bandeiras, 2%. Os dados obtidos pela reportagem  foram fornecidos pelos próprios centros comerciais, a partir de metodologias próprias de aferição. (veja detalhes abaixo)

Com oito centros de compras e lazer, Campinas está em segundo no "ranking" do estado, de acordo com a Associação Brasileira de Shoppings Center (Abrasce) – é superada pela capital paulista, que possui 53. Segundo levantamento realizado pelo Sindicato do Comércio Varejista (Sindivarejista), os shoppings Iguatemi, Galleria, Unimart, Campinas Shopping, Parque D. Pedro, Prado, Bandeiras e Spazio criaram neste ano 98 novas lojas (desconsiderado-se os serviços e restaurantes), alta de 32% sobre os 74 espaços criados durante o ano passado.

"O marketing dos shoppings leva novidades para dentro dos espaços como música e arte. Com isso, eles conseguem atrair mais público", explicou a presidente da entidade, Sanae Murayama Saito, ao mencionar que o setor de cosméticos é um dos menos impactados pela recessão técnica do Brasil. O país teve dois trimestres seguidos de queda no Produto Interno Bruto (PIB): recuou 0,7% (dado revisado) de janeiro a março; e 1,9%, entre abril e junho, segundo o IBGE.

Ao ponderar, contudo, sobre os espaços de comércio varejista fechados nos shoppings de Campinas – subiu de 25 para 31 (alta de 19%) no intervalo considerado -, Sanae avaliou que o índice reflete falta de cuidados por alguns empreendedores para superar momentos econômicos desfavoráveis.

"Os shoppings fizeram investimentos e têm planejamentos elaborados a longo prazo, não foram imediatistas. Isso ajudou a minimizar o reflexo da crise. Acredito que não haja setor mais prejudicado, fechou quem abriu no ‘oba oba’, sem plano", falou.

Juntos, os shoppings de Campinas tem 1,4 mil lojas e pelo menos 50 salas de cinema, segundo levantamento da Abrasce. Não há previsão de novos empreendimentos até 2017.

Leia o texto na íntegra aqui.

Fonte: G1 Campinas

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