Sindivarejista promove curso de eSocial e esclarece dúvidas

06 . nov . 2013 Imprimir esse Artigo

O Sindivarejista promoveu na última terça-feira, dia 05, um intensivão sobre eSocial – nova forma de apresentação dos dados fiscais e trabalhistas estabelecida pelo governo que será digital e online. O novo modelo será obrigatório a partir de 2014. Hoje as diversas obrigações são enviadas em momentos e formas distintas. Está incluso no projeto a entrega de todas as declarações, resumos para recolhimento de tributos oriundos da relação trabalhista e previdenciária, e também as informações sobre o contrato de trabalho. Segundo o governo, a centralização trará ganhos tanto para quem envia − através da redução da burocracia envolvida − quanto para o Fisco.

A aula/palestra ocorreu durante todo o dia e cerca de 30 pessoas participaram do curso ministrado pelo advogado e consultor previdenciário e trabalhista da Ford Motor Company Do Brasil, Eraldo Rogerio Consorte.

A presidente do Sindivarejista, Sanae Murayama Saito, abriu o curso e afirmou que o eSocial é mais uma ação que o governo jogou no colo dos comerciantes. “E quem vai ser o fiscal será o próprio funcionário. O Sindivarejista pretende com esse curso esclarecer os pontos duvidosos que os comerciantes estão tendo, porque é muita novidade e elas não são tão simples. É muito importante que tenhamos esse espaço e juntos possamos tirar nossas dúvidas”, afirmou Sanae.

Consorte iniciou o intensivo apresentando o programa e afirmou que o assunto vai mexer muito com as empresas. “Não importa o tamanho da empresa. Todos terão que aderir ao novo sistema. E vai ser uma mudança radical. É preciso se preparar”, afirmou.

Ele explicou que compara o eSocial a um jogo de ping-pong. “Hoje temos informações que acontecem no dia a dia que guardamos e até maquiamos. Agora com a nova forma não dará mais. As mudanças deverão ser repassadas em tempo real. Podemos até comparar com o Facebook. Tudo o que acontece relacionado ao meu trabalhador terá que ser divulgado, postado no eSocial”, disse Consorte.

O especialista também explicou o que fazer caso ocorra um erro: existe a chance de fazer uma retificação. “O governo irá nos ver dentro de um aquário, porém não haverá mudança nenhuma. Tudo continuará como já é. Só que teremos que divulgar tudo o que acontece e pra isso é necessário treinamento. Por outro lado, ele (o governo) não terá intuito de cobrar uma coisa ou outra, o que ele quer é informação”, explicou.

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